Como peças de cerâmica artesanal elevam o dia a dia em casa
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Se pensarmos bem, a maioria das coisas que realmente moldam a sensação de uma casa são aquelas que usamos sem pensar. A caneca de cerâmica que agarramos meio a dormir de manhã. O prato de cerâmica que escolhemos sempre para a torrada. A tigela de cerâmica que usamos quando fazemos matcha ou cortamos fruta. Com o tempo, taças de cerâmica substituem os copos de vinho, um porta-incenso em cerâmica fica a morar na prateleira, e pequenos pratinhos de cerâmica acabam por guardar joias ou chaves — sem nunca terem sido “estilizados”.
Normalmente é assim que a cerâmica artesanal entra numa casa — devagar e em silêncio. Não como um “statement”, mas como algo que simplesmente dá vontade de usar. Ao contrário da loiça produzida em massa, as peças de cerâmica feitas à mão tendem a ficar. São usadas muitas vezes, tocadas muitas vezes, e vão-se tornando parte do dia a dia em casa, em vez de algo que tratamos com cuidado excessivo.
Canecas, Chávenas & Copos de Cerâmica para o Dia a Dia
Quase sempre começamos pelos copos e chávenas. Toda a gente tem uma caneca favorita — mesmo que ainda não tenha reparado.
Há manhãs que pedem algo quente e “grounding”, como a Aurora Sunrise – caneca de cerâmica, com uma textura suave e um vidrado em camadas que sabe bem logo no início do dia.

Noutros dias, a Aurora Frost – caneca de cerâmica faz mais sentido — cores mais frias, sensação limpa, perfeita quando queremos café sem drama.

E depois há canecas como a Nova – caneca de cerâmica, que dá aquela dose certa de personalidade ao café de todos os dias — sem tentar demais.

Conjuntos de chávena e pires mudam totalmente o ritmo. O Maris – conjunto de chávena e pires traz um lado leve e um pouco brincalhão — o tipo de peça que usamos quando queremos que uma tarde normal pareça um bocadinho mais especial.

Já a Sora – chávena e pires é mais calma e suave — perfeita para momentos de chá que se prolongam mais do que estávamos à espera.

O matcha tem o seu próprio ritmo. Uma tigela de matcha em cerâmica como a Amber – tigela de matcha abranda naturalmente as coisas — não por ser “preciosa”, mas porque assenta bem nas mãos e é fácil de usar. Transforma um hábito numa pequena pausa, mesmo nos dias mais cheios.

Nenhuma destas canecas, chávenas ou tigelas é sobre ter um conjunto perfeito. São simplesmente peças de cerâmica para usar todos os dias — aquelas a que voltamos, sem pensar, vezes e vezes sem conta.
Pratos de Cerâmica para Refeições do Dia a Dia (e um Pouco de Diversão)
Os pratos podem ser as peças de cerâmica mais subestimadas numa casa. Usam-se constantemente, empilham-se sem cerimónias, raramente se pensa muito neles — e é exatamente por isso que o prato certo, feito à mão, pode mudar a sensação de uma refeição sem fazer barulho.
Para uma mesa mais moderna, o Remi – prato de cerâmica e o Ava – prato de cerâmica trazem cor e confiança. O vidrado vermelho do Remi dá energia imediata; o amarelo suave do Ava parece solar sem exagerar. São daqueles pratos de cerâmica que fazem até a refeição mais simples — torradas, sobras, um almoço rápido — parecer intencional.

Alguns pratos viram “peças de trabalho” sem darem por isso. O Luma – prato de cerâmica é exatamente isso: sandes, pastelaria, pequeno-almoço rápido — funciona para quase tudo. Um prato artesanal que não pede atenção, mas vai ganhando o seu lugar com o tempo.

E depois há os pratos que usamos quando queremos que as coisas fiquem um pouco mais bonitas sem ficarem rígidas. O Pia – prato com borda ondulada parece feito para fruta no balcão, uma sobremesa simples, ou uma mesa que precisa de um detalhe mais suave. É decorativo, mas muito usável.

Para o dia a dia, o Odette – prato de cerâmica faz exatamente o que um bom prato deve fazer: encaixa nas rotinas sem esforço. Pequeno-almoço, almoço, jantar — empilha bem, combina com outras peças e nunca parece deslocado.

O Nori – prato de cerâmica fica algures no meio. Limpo, calmo e um pouco gráfico, funciona lindamente para refeições leves ou para uma apresentação simples. É aquele prato que parece moderno e familiar ao mesmo tempo.

E quando a vibe pede algo um pouco mais “arrumado”, entra o Elora – prato de cerâmica. A forma de bordas suaves combina especialmente bem com talheres em inox e bolos bem apresentados — um prato que fica perfeito para jantares, sobremesas ou momentos que merecem um toque mais polido.

No conjunto, estes pratos artesanais não são sobre ter um serviço a condizer. São sobre escolher peças que se ajustam à forma como realmente comemos, servimos e vivemos — refeições do dia a dia, momentos “arrumados” e tudo o que existe no meio.
Peças Pequenas de Cerâmica que “Fecham” a Mesa
Algumas das peças mais usadas numa mesa são as mais pequenas. As que não planeamos, mas a que acabamos sempre por voltar.
O Selora – travessa de servir em cerâmica é um ótimo exemplo. É a peça que vive na mesa — manteiga ao pequeno-almoço, azeitonas ao almoço, ou “só mais um detalhe” ao jantar. Escultural, mas fácil, faz até as coisas simples parecerem pensadas, sem parecerem “estilizadas”.

Para momentos mais doces, o Nami – conjunto de pratinhos para molhos é ideal para compota, mel ou uma colher de algo caseiro. Peças pequenas como estas acabam por ser usadas mais do que imaginamos — ao pequeno-almoço, para petiscos, ou sempre que não apetece tirar um prato inteiro.

Quando há queijo, os detalhes contam. O Alba – conjunto de facas para queijo dá o contraste certo junto da cerâmica — linhas limpas, um pouco de peso e uma elegância discreta que funciona tanto para noites simples como para receber.

E depois há peças que simplesmente fazem as pessoas sorrir. O Pretzel – conjunto de apoios para pauzinhos é divertido sem ser “gimmick” — um detalhe pequeno que dá caráter à mesa e mantém tudo leve e pessoal.

E para petiscar, a Pico – tigela de molhos em cerâmica faz exatamente o que precisamos. Perfeita para molhos, snacks e pequenas porções, é daquelas peças que se usa constantemente — fácil de empilhar, fácil de misturar com outras e sempre útil.

No conjunto, estas peças pequenas não são sobre decoração. São sobre fazer com que o comer do dia a dia — torrada com manteiga, compota no pão, snacks partilhados — pareça um bocadinho mais pensado, sem tentar demais.
Taças de Cerâmica para Sobremesa, Vinho & Momentos do Dia a Dia
As taças de cerâmica são daquelas peças que não percebemos que precisamos — até começarmos a usá-las para tudo. Não são só para vinho. São para sobremesa, iogurte, snacks à noite e aqueles pequenos momentos que merecem uma taça mais bonita, sem a formalidade do vidro.
A Ophelia – taça de cerâmica é um pouco mais “dressy”. Fica perfeita para tiramisù, sorvete de verão ou um gelado depois do jantar — e igualmente bonita para um copo de vinho com massa. Tem aquele ar especial sem ser delicada demais, o tipo de taça que usamos quando queremos que a sobremesa pareça intencional.

Se gostas de tons mais suaves e cremosos, a Orla – taça de cerâmica é uma favorita fácil. Funciona lindamente para panna cotta, iogurte com mel, ou tudo o que seja macio e reconfortante. Uma taça artesanal como esta parece gentil e relaxada — ideal para sobremesas lentas e noites tranquilas.

A Isolde – taça de cerâmica é a do dia a dia. A que pegamos sem pensar. Iogurte de manhã, fruta, até uma salada pequena — funciona em diferentes refeições e momentos. Não pede ocasião, e é por isso que é usada tantas vezes.

E depois há a Lunaire – taça de cerâmica. Tecnicamente uma taça, mas muitas vezes vive fora da mesa: anéis na mesa de cabeceira, brincos na prateleira, pequenas coisas que costumam “andar”. É a prova de que as peças artesanais não precisam de ficar numa categoria — encontram o seu lugar.

No conjunto, estas taças de cerâmica desfocam a linha entre loiça e objetos do quotidiano. Sobremesa, vinho, iogurte ou joias — são simplesmente peças que sabe bem ter por perto, usadas de forma natural, não “prescrita”.
Porta-Incenso em Cerâmica para Noites Mais Lentas
Os porta-incenso costumam viver em segundo plano — até passarem a fazer parte, discretamente, de uma rotina ao fim do dia. Uma vela acesa, a janela entreaberta, algo a arder devagar enquanto a cabeça desacelera. É aí que um porta-incenso em cerâmica artesanal se sente em casa.
Algumas peças são mais divertidas. O Yellow Boots – porta-incenso em cerâmica traz humor ao ritual — leve, inesperado, e um lembrete de que a calma não precisa de ser séria.

O Meadow Cottage – porta-incenso em cerâmica é mais suave e nostálgico, com um ar pintado à mão que combina com cantos calmos e noites lentas.

Outras peças são mais escultóricas. O Genie’s Duo – conjunto de porta-incenso cria equilíbrio numa prateleira ou mesa, sobretudo quando usado em par. É o tipo de conjunto que parece decorativo mesmo quando não está em uso — simples, gráfico e fácil de viver com.

E há peças quase “arquitetónicas”. O Ligne – porta-incenso em cerâmica é discreto e sólido, pensado para segurar o incenso com segurança deixando a forma falar por si. Um porta-incenso assim encaixa naturalmente em espaços minimalistas, mesas de cabeceira ou qualquer lugar onde queremos que tudo pareça calmo e “considered”.

Estes porta-incenso não são sobre cerimónia. São sobre criar uma pequena pausa — algo gentil ao fim do dia, sustentado por um objeto que parece pensado, sólido e discretamente bonito.
Tigelas de Cerâmica para Refeições do Dia a Dia
As tigelas de cerâmica são daquelas peças que usamos mais do que planeamos. Iogurte ao pequeno-almoço vira sobras ao almoço, que viram sopa ao jantar. Passam pelo dia sem pedir atenção.
A Nori – tigela de cerâmica é especialmente fácil de viver com — serve tão naturalmente para arroz ou sopa como para iogurte rápido de manhã. As linhas limpas facilitam combiná-la com pratos da mesma família, mas também se mistura bem com o que já tens na mesa.

Com uma forma mais suave, quase “pétala”, a Camille – tigela de cerâmica puxa por momentos mais lentos. É linda para iogurte, fruta ou sobremesa, quando queremos algo mais gentil sem ser precioso. Dá calor de forma subtil — mais sentido do que visto.

Para refeições simples que não precisam de muito pensamento, a Miro – tigela de cerâmica é uma favorita fiável. É a tigela para arroz, sopa ou uma salada rápida — prática, calma e fácil. O detalhe de linha dá-lhe caráter suficiente para parecer escolhida, sem nunca ficar “cheia”.

No conjunto, estas tigelas não são sobre criar um conjunto perfeito. São sobre escolher formas que funcionam com os pratos que já gostas, passar naturalmente entre refeições e fazer com que a comida do dia a dia pareça discretamente pensada.
Joias em Cerâmica, Usadas de Outra Forma
A cerâmica não precisa de ficar na mesa. Ultimamente, tem aparecido também em joias — pequenas peças táteis que parecem mais “encontradas” do que estilizadas.
Um colar em cerâmica como o Vespera – colar em cerâmica é um bom exemplo. A conta moldada à mão tem uma suavidade que o metal não consegue imitar, com pequenas variações que só se notam quando se usa. É leve, com um lado “terra”, e fácil de escolher — tanto com camisolas como com pele ao sol no verão.

O interessante nas joias em cerâmica é que não tentam brilhar. Acrescentam algo em silêncio — textura, calor — sem aquele acabamento “polido” habitual. Pões, esqueces e voltas a reparar mais tarde.

No fim, a cerâmica artesanal não é tanto sobre peças isoladas. É sobre a forma como as coisas se juntam ao longo do tempo — os copos a que voltas todas as manhãs, os pratos e as tigelas que levam as refeições, e os pequenos detalhes das peças para servir que deixam a mesa mais “considered” sem esforço.
Mais tarde, pode ser um porta-incenso em cerâmica a marcar um fim de dia mais lento — ou uma peça de joias que se usa sem pensar muito.
Nada precisa de combinar na perfeição. As peças feitas à mão são feitas para misturar, sobrepor e assentar devagar — como rotinas, não como declarações.
Quer comeces com uma caneca ou vás construindo aos poucos a tua vajilla, a cerâmica tem uma forma muito própria de encontrar o seu lugar. Usada muitas vezes, apreciada em silêncio, escolhida não por como fica “toda de uma vez”, mas por como sabe viver com ela, dia após dia.